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Stockcar - Interlagos 1985

Stockcar - Interlagos 1985

- Por 4100 Audiovisual; Prova Stockcar realizada no autódromo de Interlagos em 1985 (antes do S do Senna). Época em que a categoria tinha o charme do Opala nas pistas. O Stock 14 pertence ainda hoje a um grande amigo do clube Opalagyn e sempre participa de nossas exposições! (Vídeo do Canal 4100 Audiovisual)

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AS OBRAS DA ESTAÇÃO VARGINHA

AS OBRAS DA ESTAÇÃO VARGINHA

O andamento das obras da nova Estação Varginha do Ramal de Jurubatuba (Linha 9 Esmeralda), no Extremo Sul Paulistano, em Julho de 2023. * Vídeo/Matéria do Canal/Portal Via Trolebus (Renato Lobo) - HISTÓRICO DO RAMAL DE JURUBATUBA; O ramal foi projetado pela Sorocabana, para encurtar a distância entre o centro de São Paulo e Santos, tendo sido construído entre 1952 e 1957, interligado ao ramal Mairinque-Santos. Originalmente, os trens que atendiam a Linha Sul saíam da Estação Júlio Prestes, no centro de São Paulo, e iam até o extremo sul na Estação Evangelista de Souza, no entroncamento com a Mairinque-Santos. O ramal continha diversas paradas intermediárias, muitas desativadas ao longo dos anos 1970. Com a criação da Fepasa, em 1971, o governo do estado de São Paulo iniciou um programa de remodelação do sistema de trens de subúrbio da antiga Sorocabana, por meio da criação da divisão Fepasa-DRM. O ramal entrou em obras de remodelação a partir de 1974, e os serviços de subúrbio da linha foram interrompidos em 1979, sendo retomados em 4 de abril de 1981, com a reforma de algumas das estações da linha.[1] Essa reforma ocorreu com atraso de um ano e meio, pois estava prevista para ser entregue em novembro de 1979, mas foi adiada para a Fepasa dar prioridade à reformulação da Linha Oeste.[1] A partir de então, o início do ramal passou a ser a Estação Osasco, ao invés da Júlio Prestes. O ramal reformulado atendia apenas as estações Osasco, Presidente Altino, Ceasa, Jaguaré, Cidade Universitária e Pinheiros. A partir de Pinheiros, apenas o transporte de carga seguia sendo feito em direção a Evangelista de Souza.[2] Para a nova operação foram disponibilizados novos trens com doze vagões cada, que circulariam em 42 horários das 4h30 às 22h30, sendo três composições por hora nos horários de pico e duas por hora em outros horários.[1] A Fepasa previa utilizar um sistema automatizado de controle no trecho, mas no início ele foi operado com sistema de licenciamento, baseado em bastões de staff, daí a baixa frequência dos trens.[1] A bitola do trecho foi alargada para 1,6 metro,[3] e a linha foi duplicada — por causa disso todas as estações originais, à exceção de Jurubatuba, foram demolidas. O custo total da reformulação foi de 1,3 bilhão de cruzeiros.[3] Com poucas estações no percurso, a linha apresentava inicialmente baixo movimento: mais de um ano após a reinauguração, diariamente cerca de dez mil passageiros usavam a linha, contra 190 mil na Linha Oeste, que ia de Júlio Prestes a Amador Bueno.[4] Na época da reinauguração da linha a Fepasa já demonstrava desconhecer a demanda do trecho,[3] segundo um porta-voz da empresa entrevistado pelo jornal Folha de S. Paulo em março de 1981: "Não podemos falar da demanda, mas, certamente, esses trens de subúrbio serão usados pelos estudantes da Cidade Universitária e pelo pessoal que mora na região oeste da área metropolitana e trabalha próximo ao Ceagesp ou ao Jaguaré.[1] Apesar de a Fepasa ter anunciado que o restante da linha, até a Estação Jurubatuba, seria entregue até 1985,[1] apenas em 25 de janeiro de 1986 foi incorporada ao sistema a Estação Largo 13, hoje rebatizada de Santo Amaro. Jurubatuba, só seria reinaugurada em 14 de março de 1987, depois de ficar desativada por quase uma década. Quando a Fepasa colocou os mapas nas estações reformadas, eles continham diversas estações que só seriam construídas depois que a linha foi incorporada pela CPTM, em 1996. Entre Pinheiros e Largo 13 (que já constava no mapa desde bem antes de sua inauguração) havia Cidade Jardim, Monções, Morumbi, Granja Julieta e Santo Amaro. Algumas delas seriam construídas pela CPTM, outras nunca saíram do papel. A Fepasa também previa nessa época que o início do ramal fosse na Estação Carapicuíba, com a construção de uma linha paralela ao ramal oeste,[2] algo que também nunca ocorreu. (FONTE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_Sul_da_Fepasa)

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TUE Toshiba EFS FEPASA CPTM correndo o trecho Jurubatuba x Varginha (Vídeo: Vanderlei Antonio Zago)

TUE Toshiba EFS FEPASA CPTM correndo o trecho Jurubatuba x Varginha (Vídeo: Vanderlei Antonio Zago)

Neste vídeo, gravado no início dos anos 2000, por Vanderlei Antonio Zago, temos a oportunidade de relembrar a Extensão Operacional Provisória (Jurubatuba - Interlagos - Grajaú - Varginha), implantada pela FEPASA (Ferrovia Paulista S/A), nos anos noventa, mantida pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), até o início dos anos 2000. Nessa extensão, rodavam os antigos Trens Unidades Elétricos (Toshiba), encomendados ao Japão pela Estrada de Ferro Sorocabana, na década de 1950, que foram reformados pela extinta FEPASA, nos anos oitenta e noventa. Estas Unidades Japonesas de Bitola Estreita (Métrica), operavam, tanto na extensão operacional Jurubatuba - Varginha, quanto na extensão Itapevi - Amador Bueno. Os Toshibas, rodaram também no extinto TIM - Trem Intra Metropolitano, entre Santos (Estação Ana Costa) e a Estação Samaritá, em São Vicente ( https://pt.wikipedia.org/wiki/Trem_Intra_Metropolitano). Na baixada santista, por não haver eletrificação, estas unidades rodavam acopladas a Locomotivas Diesel, que tracionavam as composições. A extensão provisória Jurubatuba - Varginha, foi desativada pela CPTM, por volta de 2001, visto atos de vandalismo, na época. Atualmente (2023), o trecho entre Jurubatuba, Interlagos, Grajaú e Vila Natal, está duplicado, com novas estações, sendo atendido pelos Trens de Bitola Larga, do trecho principal da atual Linha 9 Esmeralda da CPTM / CCR - Via Mobilidade. Circulando composições de oito carros, direto de e até Osasco. Estando em faces de obras de modernização, o trecho até o bairro Varginha, no extremo Sul Paulistano. (Filmagem de Vanderlei Antonio Zago)

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A Travessia do Bororé: De SP a SBC de Ônibus e Barco - Ônibus Diversos

A Travessia do Bororé: De SP a SBC de Ônibus e Barco - Ônibus Diversos

Belo vídeo do Canal Nícolas Gordiano, mostrando a travessia entre o bairro do Grajaú, na Zona Sul Paulistana e o Riacho Grande, em São Bernardo do Campo, pela Estrada do Bororé, a chamada "Estrada das Balsas"... Parabéns ao Nícolas, por este belo conteúdo!

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Viação Bola Branca no filme Kiss of the Spider Woman (1986)

Viação Bola Branca no filme Kiss of the Spider Woman (1986)

Trecho de filme gravado nos anos oitenta, ocasião em que foi utilizado um Ônibus Mercedes Benz - Marcopolo Veneza, da então Viação Bola Branca, atual Viação Grajaú, tradicional empresa da Zona Sul Paulistana, que a décadas atende a região de Interlagos. (Vídeo do Canal Luiz Kazu Caneki no Youtube; https://youtu.be/5yCEVbD15EI)

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GUNARS Cukurs Hidroavião na Guarapiranga

GUNARS Cukurs Hidroavião na Guarapiranga

Gunars Cukurs realizou vôos turísticos durante mais de 30 anos na represa do Guarapiranga num Republic RC-3 , Sea Bee. É considerado o piloto com o maior número em horas neste equipamento . Fazia a manutenção própria em uma oficina homologada com sede na Riviera Paulista e tinha uma preocupação extrema com o meio ambiente. (Descrição conforme o vídeo do canal werenalorelai no Youtube; https://youtu.be/wJFZrNlaQko)

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CIDADE DUTRA | A ÚLTIMA ESTAÇÃO VIVA

CIDADE DUTRA | A ÚLTIMA ESTAÇÃO VIVA

Vídeo do Canal, Eng Etc e Tal, mostrando a antiga Estação Cidade Dutra, do Ramal de Jurubatuba, da Estrada de Ferro Sorocabana, construída na década de 1950, a única remanescente em moldes originais, das primitivas estações desse ramal, em trecho atualmente a Linha 9 Esmeralda de Trens Metropolitanos. * O histórico dessa estação, consta no Site Estações Ferroviárias do Brasil; http://www.estacoesferroviarias.com.br/c/cidadedutra.html

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Antiga Estação Cidade Dutra - São Paulo - SP (Canal Bruno Pop)

Antiga Estação Cidade Dutra - São Paulo - SP (Canal Bruno Pop)

Essa é a ÚNICA das primitivas Estações do Ramal Ferroviário de Jurubatuba, da Estrada de Ferro Sorocabana (EFS), posteriormente FEPASA, em trecho hoje a Linha 9 Esmeralda da CPTM/CCR, ainda em existência, em seus moldes originais. "A outra de mesma época, é a Estação Jurubatuba, porem transformada/expandida/modernizada, sendo hoje uma das estações do padrão metroferroviário, desse ramal." Cidade Dutra só existe até hoje, graças a permanencia do "Seo Manoel Rocha, em Memória", Ferroviário dos tempos da Sorocabana/Fepasa que, mesmo aposentado de seu ofício, continuou morando e por consequência, mantendo essa estação, até praticamente seus últimos dias de vida, permanecendo na mesma até o final dos anos noventa/início dos anos 2000. Essa estação, deveria ter sido recuperada pela CPTM, junto com o pacote de obras de modernização do trecho Jurubatuba - Autódromo - Grajaú, ocorrida entre 2003 e 2008. A antiga estação e seu amplo pátio, chegaram a serem utilizados como Alojamento dos materiais, maquinários e operários, quando da construção da sua "nova vizinha", a Estação Autódromo. Mas após a inauguração desta, em 2007 e entrega do trecho modernizado atpe o Grajaú em 2008, A velha Cidade Dutra caiu no "esquecimento" por parte da CPTM, que com o perdão da expressão, faz "vistas grossas", NÃO zelando pela mesma, como deveria. Hoje a mesma vai resistindo ao tempo, por "conta própria". O espaço, é PERFEITO PARA UM MUSEU FERROVIÁRIO e ou ESPAÇO CULTURAL, que viesse a resgatar e preservar a história desse Ramal Ferroviário, que é nada mais, nada menos, do que a segunda ligação ferroviária direta, entre a capital e o litoral sul paulista, depois da Estrada de Ferro Santos a Jundiaí. (Texto de Anderson Alves)

9 meses atrás Default